Últimas Notícias

Cheques sem Fundos

Em julho, inadimplência com cheques tem o menor percentual dos últimos sete anos, aponta Serasa Experian

23/08/2017

Percentual de devoluções pela segunda vez por insuficiência de fundos, em relação aos compensados, foi de 1,93%, menor número para este mês desde 2010; o Amapá segue como líder do ranking

O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos no mês de julho foi de 1,93% em relação ao total de cheques compensados, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O percentual sofreu queda em relação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou-se 2,26% de devoluções, e é o menor já registrado para o mês de julho desde 2010, quando o percentual era de 1,74%.

No acumulado do ano, de janeiro a julho, a porcentagem de cheques devolvidos no país, em relação aos compensados, foi de 2,10%, menor que a devolução de 2,39% registrada em no mesmo período de 2016.

Em julho, foram 792.588 cheques devolvidos e 40.971.006 cheques compensados. O mesmo período do ano anterior totalizou 1.042.209 cheques devolvidos e 46.134.886 cheques compensados. No acumulado do ano, de janeiro a julho, foram 6.118.323 cheques devolvidos e 291.267.042 compensados.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a queda da inflação, das taxas de juros e a entrada dos recursos do FGTS na economia são elementos que contribuíram para termos o menor patamar de inadimplência com cheques dos últimos sete anos para o mês de julho.

Nos Estados e regiões

De janeiro a julho de 2017, entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi da região Nordeste, com 5,44% de cheques devolvidos. O Sul apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,77%.

Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos entre janeiro e julho de 2017: foram 20,61% de cheques devolvidos. Na outra ponta, Paraná e Santa Catarina tiveram o menor percentual de devoluções: 1,71%.

Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos entre janeiro e julho de 2017:

Na Região Norte, a devolução de cheques em julho/17 foi de 3,79% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, junho/17, quando o percentual foi de 4,13%, e menor que os 4,33% registrado em julho/16.

No Acre, em julho/17, a devolução foi de 5,93%. Em junho/17, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos havia sido de 6,43% do total de cheques compensados. Em julho/2016 o Acre havia registrado 7,91% de cheques devolvidos.

No Amazonas, a devolução de cheques em julho/17 foi de 6,38% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,96% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 6,69% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em julho/17 foi de 12,87% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 12,60% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 17,31% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em julho/17 foi de 5,54% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,06% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 6,13% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,51% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,42% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 1,87% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques, em julho/17 foi de 11,55%, do total de cheques compensados, maior que a devolução de 11,50% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 9,46% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,17% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,83% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,72% do total de cheques compensados.

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em julho/17 foi de 3,94% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, junho/17, quando o percentual foi de 3,77%, e menor que os 4,56% registrado em julho/16.

Em Alagoas, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,73% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,55% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,50% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em julho/17 foi de 3,68% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,31% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 4,16% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,04 do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,06% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará foi de 4,61% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em julho/17 foi de 7,71% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,49% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 8,61% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,12% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,07% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,75% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em julho/17 foi de 2,89% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,82% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,48% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em julho/17 foi de 5,35% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,25% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,24% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,50% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,86% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,57% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em julho/17 foi de 4,52% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,48% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 5,19% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,64% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,57% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,86% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,97% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,98% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,44% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,77% do total de cheques compensados, maior que o índice de 1,68% registrado em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,06% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,80% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,97% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,53% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,47% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,72% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,56% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,53% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 1,91% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,53% do total de cheques compensados, igual à devolução de 1,48% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,83% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,62% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,65% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em julho/17 foi de 1,55% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,48% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 1,92% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em julho/17 foi de 2,46% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,33% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 2,99% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em julho/17 foi de 3,34% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,99% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,60% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em julho/17 foi de 2,44% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,31% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,03% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em julho/17 foi de 2,14% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,99% registrada em junho/17. Em julho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,59% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em julho/17 foi de 2,13% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,15% registrada em maio/17. Em junho/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,73% do total de cheques compensados.

A série histórica deste indicador está disponível em http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Você também lê esta notícia no site noticias.serasaexperian.com.br e Twitter @SerasaImprensa

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio.

Constantemente orientada para soluções inovadoras, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Experian

A Experian é líder mundial em serviços de informação. Nos grandes momentos da vida – desde comprar um carro, passando por mandar seu filho para a faculdade, até a crescer o negócio se conectando com novos clientes – nós empoderamos consumidores e empresas a gerenciarem seus dados com confiança. Nós ajudamos as pessoas a tomarem o controle de suas vidas e acessarem serviços financeiros, os negócios a tomarem decisões mais inteligentes e prosperarem, os credores a emprestarem de forma mais responsável e as organizações a prevenirem fraude de identidade e crime.

Empregamos cerca de 16.000 pessoas em 37 países e a cada dia estamos investindo em novas tecnologias, profissionais talentosos e inovação para ajudar todos os clientes a maximizarem cada oportunidade. A Experian plc está listada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100.

Saiba mais em www.experianplc.com ou visite o nosso hub de conteúdo global para as últimas notícias sobre a empresa www.experian.com/blogs/news.

  • 2017 Serasa Experian. Todos os direitos reservados.