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Cheques sem Fundos

Inadimplência com cheques atinge 2,46% em novembro, revela Serasa Experian

19/12/2016

Novembro teve o segundo maior percentual para o 11º mês do ano desde 1991. Amapá é o estado com o maior índice no acumulado entre janeiro e novembro (17,40%) e São Paulo tem o menor do país, com 1,80%

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, no mês de novembro, o percentual de devoluções pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,46% do total de emissões. Este foi segundo maior índice para o 11º mês do ano desde o início da série histórica do indicador, atrás apenas de novembro/2015, quando a porcentagem atingiu 2,61%. Entre janeiro e novembro de 2016 a porcentagem de cheques devolvidos no país bateu recorde histórico: 2,37%. É o maior índice de devoluções para os onze primeiros meses do ano desde 1991.
Em novembro foram 1.119.608 cheques devolvidos e 45.510.164 compensados. No mês anterior, outubro, registrou-se 2,52% de devoluções, com 1.204.402 cheques que voltaram e 47.802.370 compensados.


Segundo os economistas da Serasa Experian, a inadimplência com cheques permanece em patamar elevado por causa dos impactos do desemprego e da inflação sobre o poder de compra dos consumidores.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

Nos Estados e regiões
Na avaliação dos primeiros onze meses de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Nordeste, com 4,69% de cheques devolvidos entre janeiro e novembro. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,94%.
Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos: foram 17,40% de cheques devolvidos nos primeiros onze meses do ano. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,80%).
Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a novembro de 2016:
Em todo o país, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,46% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,52% registrada em outubro/16 e menor que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em novembro/15, quando o índice foi de 2,61%.

Na Região Norte, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,21% do total de cheques compensados, maior que a devolução registrada no mês anterior, outubro/16, quando o percentual foi de 4,66%, e menor que os 5,41% registrado em novembro/15.
No Acre, em novembro/16, a devolução foi de 9,50% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,96% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 9,09% do total de cheques compensados.
No Amazonas, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 6,80% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,14% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 7,53% do total de cheques compensados.
No Amapá, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 22,29% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 16,54% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 16,92% do total de cheques compensados.
No Pará, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 7,72% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,57% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 7,26% do total de cheques compensados.
Em Rondônia, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,38% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,21% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,86% do total de cheques compensados.
Em Roraima, a devolução de cheques, em novembro/16, foi de 16,04%, do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,97% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 13,34% do total de cheques compensados.
No Tocantins, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 6,18% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,79% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 5,98% do total de cheques compensados.


Na Região Nordeste, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,26% do total de cheques compensados, maior que a devolução registrada no mês anterior, outubro/16, quando o percentual foi de 5,16%, e maior que os 5,47% registrado em novembro/15.
Em Alagoas, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,92% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,56% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 6,03% do total de cheques compensados.
Na Bahia, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,01% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,78% registrada em outubro/16. Em novembro /15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 5,03% do total de cheques compensados.
No Ceará, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,26% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,21% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará foi de 5,47% do total de cheques compensados.
No Maranhão, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 10,20% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 9,31% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 10,60% do total de cheques compensados.
Na Paraíba, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,70% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,61% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 6,01% do total de cheques compensados.
Em Pernambuco, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 3,75% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,90% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 4,11% do total de cheques compensados.
No Piauí, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 7,36% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,98% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 8,25% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 6,49% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,22% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,94% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 5,31% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,96% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 6,04% do total de cheques compensados.


Na Região Sudeste, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 1,97% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,07% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.
No Espírito Santo, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,57% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,60% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,66% do total de cheques compensados.
Em Minas Gerais, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,25% do total de cheques compensados, maior que o índice de 2,19% registrado em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,40% do total de cheques compensados.
No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,12% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,00% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 2,12% do total de cheques compensados.
Em São Paulo, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 1,80% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,99% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,80% do total de cheques compensados.


Na Região Sul, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,02% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,11% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,31% do total de cheques compensados.
No Paraná, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,03% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,02% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,31% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,07% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,22% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,30% do total de cheques compensados.
Em Santa Catarina, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 1,97% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,12% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,33% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 3,42% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,22% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,63% do total de cheques compensados.
No Distrito Federal, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 4,21% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,83% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 4,61% do total de cheques compensados.
Em Goiás, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 3,31% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,24% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,64% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 2,99% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,68% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 3,17% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso, a devolução de cheques em novembro/16 foi de 3,45% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,13% registrada em outubro/16. Em novembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 3,28% do total de cheques compensados.


A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio.

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