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Cheques sem Fundos

Percentual de cheques devolvidos em outubro bate recorde histórico, revela Serasa Experian

23/11/2016

Porcentagem de devoluções por insuficiência de fundos no mês foi de 2,52%. Amapá segue com o maior percentual no acumulado entre janeiro e outubro (16,98%). São Paulo mantém o menor índice do país, com 1,80% de cheques devolvidos no período

Outubro de 2016 registrou o maior percentual de cheques devolvidos por insuficiência de fundos para o mês e o terceiro maior índice de devoluções de toda a série histórica do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, realizado há 25 anos. Foram 2,52% de devoluções frente ao total de emissões, atrás apenas de março/2016, quando o índice atingiu o recorde histórico de 2,66%, e de novembro/2015, quando a porcentagem de cheques devolvidos chegou a 2,61% do total de emitidos.
Em outubro foram 1.204.402 cheques devolvidos e 47.802.370 compensados. No mês anterior, setembro, registrou-se 2,19% de devoluções, com 1.050.504 cheques que voltaram e 48.023.107 compensados. No acumulado do ano, o percentual foi de 2,36% devoluções por falta de fundos entre janeiro e outubro de 2016.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o aprofundamento da recessão impulsionando para cima das taxas de desemprego, os juros altos e a perda do poder de compra da população por causa da inflação ainda em patamar elevado continuam mantendo em patamar elevado a inadimplência com cheques.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

cheques_outubro16_1Nos Estados e regiões

Na avaliação dos primeiros dez meses de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Nordeste, com 4,63% de cheques devolvidos entre janeiro e outubro. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,94%.

Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos: foram 16,98% de cheques devolvidos nos primeiros dez meses do ano. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,80%).

Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a outubro de 2016:

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Em todo o país, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,52% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,19% registrada em setembro/16 e maior que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em outubro/15, quando o índice foi de 2,20%.
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Na Região Norte, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 4,66% do total de cheques compensados, maior que a devolução registrada no mês anterior, setembro/16, quando o percentual foi de 4,18%, e maior que os 4,25% registrado em outubro/15.

No Acre, em outubro/16, a devolução foi de 7,96% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,25% registrada em setembro/16. Em setembro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 7,06% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 6,14% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,06% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 5,78% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 16,54% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 11,40% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 11,21% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,57% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,89% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,71% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,21% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,04% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,40% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques, em outubro/16, foi de 7,97%, do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,45% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 8,97% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,79% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,98% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,38% do total de cheques compensados.

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Na Região Nordeste, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,16% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,41% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,21% do total de cheques compensados.

Em Alagoas, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,56% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,98% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,14% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 4,78% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,01% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,57% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,21% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,61% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará foi de 4,50% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 9,31% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 8,09% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 7,89% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,61% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,78% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,53% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 3,90% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,29% registrada em setembro /16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,29% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 6,98% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,82% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,07% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 6,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,00% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 4,54% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 5,96% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,38% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 5,25% do total de cheques compensados.

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Na Região Sudeste, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,07% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,80% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,74% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,60% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,34% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,25% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,19% do total de cheques compensados, maior que o índice de 1,94% registrado em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,00% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,88% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,79% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 1,99% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,69% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,60% do total de cheques compensados.


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Na Região Sul, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,11% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,88% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,05% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,02% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,82% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,98% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,97% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,13% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,12% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,86% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,05% do total de cheques compensados.

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Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 3,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,90% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,00% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 3,83% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,52% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,47% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 3,24% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,94% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,07% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 2,68% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,42% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,60% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em outubro/16 foi de 3,13% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,73% registrada em setembro/16. Em outubro/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,80% do total de cheques compensados.

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A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador
O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

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