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Agosto registra o menor percentual de cheques devolvidos dos últimos doze meses, revela Serasa Experian

21/09/2016

Indicador mostra que a porcentagem de devoluções por insuficiência de fundos foi de 2,18%, a mais baixa desde setembro de 2015. O estado do Amapá registrou o maior percentual no acumulado dos oito meses de 2016: 17,79% do total de emissões. Já São Paulo mantém o menor índice do país, com 1,79% de cheques devolvidos no período
São Paulo, 21 de setembro de 2016 – O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos registrou, no último mês de agosto, o menor percentual de cheques devolvidos por insuficiência de fundos dos últimos 12 meses: 2,18%.

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Foram 1.101.093 devolvidos e 50.602.130 compensados. No mês anterior, julho, registrou-se 2,26% de devoluções, com 1.042.209 cheques que voltaram e 46.134.886 compensados. Um ano antes, em agosto de 2015, o percentual de devoluções havia sido de 2,11%, com 1.162.602 cheques devolvidos e 55.067.808 compensados.
Apesar de agosto/2016 ter atingido o menor patamar da inadimplência com cheques dos últimos 12 meses, foi o pior mês de agosto desde 1991, quando o indicador da Serasa Experian passou a ser feito. No acumulado do ano, o percentual também é recorde: 2,36% de devoluções por falta de fundos entre janeiro e agosto deste ano, maior que todos os percentuais registrados n os primeiros oito meses do ano desde o início da série histórica.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o resultado da inadimplência com cheques em agosto sinaliza que o consumidor está tentando equilibrar suas finanças, reduzindo o seu nível de consumo e renegociando dívidas, buscando sair de situações de inadimplemento.
Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

Nos Estados e regiões
Na avaliação dos primeiros oito meses de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Nordeste, com 4,59% de cheques devolvidos entre janeiro e agosto. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,94%.
Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos: foram 17,79% de cheques devolvidos nos primeiros oito meses do ano. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,79%).
Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a agosto de 2016:

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Em todo o país, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,18% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,26% registrada em julho/16 e maior que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em agosto/15, quando o número foi de 2,11%.


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Na Região Norte, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,19% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, julho/16, quando o percentual foi de 4,16%, e maior que os 3,99% registrado em agosto/15.
No Acre, a devolução em agosto/16 foi de 7,37% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,91% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 6,80% do total de cheques compensados.
No Amazonas, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 6,48% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,69% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 5,77% do total de cheques compensados.
No Amapá, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 16,16% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 17,31% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 10,53% do total de cheques compensados.
No Pará, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 6,09% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,13% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,58% do total de cheques compensados.
Em Rondônia, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,89% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,87% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 1,92% do total de cheques compensados.
Em Roraima, a devolução de cheques, em agosto/16, foi de 10,29%, do total de cheques compensados, maior que a devolução de 9,46% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 8,17% do total de cheques compensados.
No Tocantins, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,89% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,72% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,36% do total de cheques compensados.


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Na Região Nordeste, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,30% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,56% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,16% do total de cheques compensados.
Em Alagoas, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 5,11% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,50% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,20% do total de cheques compensados.
Na Bahia, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 3,91% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,16% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,54% do total de cheques compensados.
No Ceará, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,35% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,61% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 4,16% do total de cheques compensados.
No Maranhão, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 8,19% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 8,61% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 7,73% do total de cheques compensados.
Na Paraíba, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,54% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,75% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,58% do total de cheques compensados.
Em Pernambuco, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 3,24% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,48% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,45% do total de cheques compensados.
No Piauí, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 5,92% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,24% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 5,71% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,93% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,19% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 4,59% do total de cheques compensados.
Em Sergipe, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 4,98% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,35% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 4,93% do total de cheques compensados.


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Na Região Sudeste, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,79% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,86% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,68% do total de cheques compensados.
No Espírito Santo, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,32% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,44% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,16% do total de cheques compensados.
Em Minas Gerais, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,94% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,06% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 1,90% do total de cheques compensados.
No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,01% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,97% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,67% do total de cheques compensados.
Em São Paulo, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,66% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,72% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,56% do total de cheques compensados.


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Na Região Sul, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,84% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,91% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 1,94% do total de cheques compensados.
No Paraná, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,76% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,83% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,85% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,93% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,01% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,05% do total de cheques compensados.
Em Santa Catarina, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 1,87% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,92% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 1,92% do total de cheques compensados.


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Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,87% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,99% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 2,80% do total de cheques compensados.
No Distrito Federal, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 3,65% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,60% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,32% do total de cheques compensados.
Em Goiás, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,03% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 2,80% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,50% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,59% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,42% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso, a devolução de cheques em agosto/16 foi de 2,65% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,73% registrada em julho/16. Em agosto/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,71% do total de cheques compensados.

A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.
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A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.
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Em 2016, a Experian foi eleita, pela terceira vez, pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo. A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2016 foi de US$ 4,6 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.
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