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Cheques sem Fundos

Em julho, inadimplência com cheques tem o menor percentual de 2016

24/08/2016

Indicador da Serasa Experian revela que a porcentagem de devoluções por insuficiência de fundos no sétimo mês do ano foi de 2,26%. Amapá registrou o maior percentual no acumulado dos sete meses de 2016: 18,02% do total de emissões. Já São Paulo registrou o menor índice do país, com 1,81% de cheques devolvidos no período

No Brasil, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,26%, em julho, o menor percentual do ano, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Foram 1.042.209 devolvidos e 46.134.886 cheques compensados.
No mês anterior, junho, registrou-se 2,36% de devoluções, com 1.142.456 cheques que voltaram e 48.445.972 compensados. Um ano antes, em julho de 2015, o percentual de devoluções havia sido de 2,29%, com 1.295.541 cheques devolvidos e 56.618.376 compensados.
Segundo os economistas da Serasa Experian, apesar do mês de julho/16 ter atingido o menor patamar da inadimplência com cheques no ano, ainda assim representou o segundo pior mês de julho desde 1991 em termos de percentual de devolução de cheques por falta de fundos. Ou seja, ainda é cedo para podermos falarmos em estabilização da inadimplência com cheques já que fatores que proporcionaram a tendência da elevação desta inadimplência (desemprego, recessão e inflação) ainda se encontram presentes no cenário econômico.
Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:


Nos Estados e regiões
Na avaliação dos primeiros sete meses de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Nordeste, com 4,64% de cheques devolvidos entre janeiro e julho. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,97%.
Já entre os estados, o Amapá liderou o ranking de cheques sem fundos nos primeiros sete meses do ano, com 18,02% de devoluções. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,97%).
Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a julho de 2016:

Em todo o país, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,26% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,36% registrada em junho/16 e também menor que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em julho/15, quando o número foi de 2,29%.

Cheques3_jul16

Na Região Norte, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,16% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, junho/16, quando o percentual foi de 4,27%, e maior que os 4,13% registrado em julho/15.
No Acre, a devolução em julho/16 foi de 7,91% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,76% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 7,01% do total de cheques compensados.
No Amazonas, a devolução de cheques em julho/16 foi de 6,69% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,63% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 5,76% do total de cheques compensados.
No Amapá, a devolução de cheques em julho/16 foi de 17,31% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 16,10% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 11,22% do total de cheques compensados.
No Pará, a devolução de cheques em julho/16 foi de 6,13% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,40% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,70% do total de cheques compensados.
Em Rondônia, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,87% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,96% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,09% do total de cheques compensados.
Em Roraima, a devolução de cheques em julho/16 foi de 9,46% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 11,12% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 8,60% do total de cheques compensados.
No Tocantins, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,72% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,51% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,48% do total de cheques compensados.

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,56% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,73% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,47% do total de cheques compensados.
Em Alagoas, a devolução de cheques em julho/16 foi de 5,50% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,54% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,78% do total de cheques compensados.
Na Bahia, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,16% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,21% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,86% do total de cheques compensados.
No Ceará, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,61% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,85% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 4,51% do total de cheques compensados.
No Maranhão, a devolução de cheques em julho/16 foi de 8,61% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 9,22% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 7,68% do total de cheques compensados.
Na Paraíba, a devolução de cheques em julho/16 foi de 4,75% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,08% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,81% do total de cheques compensados.
Em Pernambuco, a devolução de cheques em julho/16 foi de 3,48% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,61% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,75% do total de cheques compensados.
No Piauí, a devolução de cheques em julho/16 foi de 6,24% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,67% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 5,93% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em julho/16 foi de 5,19% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,57% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,00% do total de cheques compensados.
Em Sergipe, a devolução de cheques em julho/16 foi de 5,35% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,18% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 5,33% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,86% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,94% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,82% do total de cheques compensados.
No Espírito Santo, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,44% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,48% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,47% do total de cheques compensados.
Em Minas Gerais, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,06% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,17% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,08% do total de cheques compensados.
No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,97% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,09% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,79% do total de cheques compensados.
Em São Paulo, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,72% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,79% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,69% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,91% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,03% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,10% do total de cheques compensados.
No Paraná, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,99% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,03% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,01% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,10% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,18% do total de cheques compensados.
Em Santa Catarina, a devolução de cheques em julho/16 foi de 1,92% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,00% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,11% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,99% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,09% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,03% do total de cheques compensados.
No Distrito Federal, a devolução de cheques em julho/16 foi de 3,60% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,81% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,52% do total de cheques compensados.
Em Goiás, a devolução de cheques em julho/16 foi de 3,03% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,09% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,10% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,59% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,73% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,60% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso, a devolução de cheques em julho/16 foi de 2,73% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,82% registrada em junho/16. Em julho/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,83% do total de cheques compensados.

A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

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A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

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