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Cheques sem Fundos

Inadimplência com cheques atinge segundo maior nível da história para o mês de maio, aponta Serasa Experian

22/06/2016

Percentual de devoluções por insuficiência de fundos no Brasil foi de 2,39%. Região Centro-Oeste registrou aumento em quase todos os estados. Amapá registrou o maior percentual de devoluções no acumulado dos cinco meses de 2016: 18,50% do total de emissões. Já São Paulo, registrou o menor índice do país de janeiro a maio, com 1,83% de cheques devolvidos

No Brasil, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,39% em maio deste ano, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Trata-se do segundo maior patamar registrado desde 1991 para o mês de maio, quando a Serasa passou a fazer o estudo. Foram 1.208.897 devolvidos e 50.622.591 cheques compensados. O maior nível foi em 2009, com 2,52% de cheques devolvidos.
No mês anterior, abril, registrou-se 2,38% de devoluções, com 1.120.883 cheques que voltaram e 47.044.915 compensados. Um ano antes, em maio de 2015, o percentual de devoluções havia sido de 2,29%, com 1.240.713 cheques devolvidos e 54.074.511 compensados.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o aumento do desemprego no país e a queda do rendimento médio da população estão impulsionando a inadimplência do consumidor em praticamente todas as suas modalidades, sendo a de cheques uma delas.
Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

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Nos Estados e regiões

Na avaliação dos primeiros cinco meses de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Norte, com 4,60% de cheques devolvidos no período. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções entre janeiro e abril de 2016: 1,99%.

Já entre os estados, o Amapá liderou o ranking de cheques sem fundos de janeiro a maio deste ano, com 18,50% de devoluções. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,83%).

Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a abril de 2016:

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Em todo o país, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,39% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,38% registrada em abril/16 e também maior que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em maio/15, quando o número foi de 2,29%.

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Na Região Norte, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,33% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, abril/16, quando o percentual foi de 4,42%, e também maior que os 4,03% registrado em maio/15.
No Acre, a devolução de cheques em maio/16 foi de 7,74% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,51% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 6,50% do total de cheques compensados.
No Amazonas, a devolução de cheques em maio/16 foi de 6,91% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,99% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 6,01 % do total de cheques compensados.
No Amapá, a devolução de cheques em maio/16 foi de 18,61% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 19,12% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 14,24% do total de cheques compensados.
No Pará, a devolução de cheques em maio/16 foi de 6,38% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 6,68% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,49% do total de cheques compensados.
Em Rondônia, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,04% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,06% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,03% do total de cheques compensados.
Em Roraima, a devolução de cheques em maio/16 foi de 10,02% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 10,83% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 8,88% do total de cheques compensados.
No Tocantins, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,52% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,33% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,26% do total de cheques compensados.

 

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Na Região Nordeste, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,59% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,75% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,55% do total de cheques compensados.
Em Alagoas, a devolução de cheques em maio/16 foi de 5,27% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,12% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,36% do total de cheques compensados.
Na Bahia, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,09% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,12% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,95% do total de cheques compensados.
No Ceará, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,87% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,08% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 4,85% do total de cheques compensados.
No Maranhão, a devolução de cheques em maio/16 foi de 9,01% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 9,31% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 7,88% do total de cheques compensados.
Na Paraíba, a devolução de cheques em maio/16foi de 4,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,91% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,88% do total de cheques compensados.
Em Pernambuco, a devolução de cheques em maio/16 foi de 3,48% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,73% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,66% do total de cheques compensados.
No Piauí, a devolução de cheques em maio/16foi de 6,62% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,60% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,45% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em maio/16 foi de 5,25% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,64% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,24% do total de cheques compensados.
Em Sergipe, a devolução de cheques em maio/16 foi de 4,77% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,09% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 4,96% do total de cheques compensados.

 

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Na Região Sudeste, a devolução de cheques em maio/16 foi de 1,98% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,97% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,85% do total de cheques compensados.
No Espírito Santo, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,53% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,51% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,65% do total de cheques compensados.
Em Minas Gerais, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,24% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,20% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,16% do total de cheques compensados.
No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,14% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,11% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,82% do total de cheques compensados.
Em São Paulo, a devolução de cheques em maio/16 foi de 1,81% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,82% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,68% do total de cheques compensados.

 

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Na Região Sul, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,07% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,05% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,08% do total de cheques compensados.
No Paraná, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,04% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,01% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,00% do total de cheques compensados.
No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,13% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,17% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,13% do total de cheques compensados.
Em Santa Catarina, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,05% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,97% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,14% do total de cheques compensados.

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Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em maio/16 foi de 3,13% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,06% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,02% do total de cheques compensados.
No Distrito Federal, a devolução de cheques em maio/16 foi de 3,98% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,65% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,32% do total de cheques compensados.
Em Goiás, a devolução de cheques em maio/16 foi de 3,13% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,07% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,16% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,68% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,64% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,51% do total de cheques compensados.
No Mato Grosso, a devolução de cheques em maio/16 foi de 2,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,90% registrada em abril/16. Em maio/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,86% do total de cheques compensados.

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A série histórica deste indicador está disponível em http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm
Metodologia do indicador
O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.
Serasa Experian
A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.
Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.
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A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.
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