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Cheques sem Fundos

Inadimplência com cheques tem o maior valor da história para o mês de abril, revela Serasa Experian

23/05/2016

Percentual de devoluções por insuficiência de fundos no Brasil foi de 2,38%. Amapá registrou o maior percentual de devoluções no acumulado dos quatro meses de 2016: 18,47% do total de emissões. Já São Paulo, registrou o menor índice do país no primeiro quadrimestre do ano, com 1,83% de cheques devolvidos

No Brasil, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,38% em abril deste ano, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Trata-se do maior patamar registrado desde 1991 para o mês de abril, quando a Serasa passou a fazer o estudo. Foram 1.120.883 devolvidos e 47.044.915 cheques compensados.

No mês anterior, março, registrou-se 2,66% de devoluções, com 1.354.017 cheques que voltaram e 50.932.422 compensados. Um ano antes, em abril de 2015, o percentual de devoluções havia sido de 2,26%, com 1.266.532 cheques devolvidos e 56.145.644 compensados.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o agravamento da situação de desemprego no país, atingindo quase 11% primeiro trimestre deste ano, aliado com um quadro inflacionário que provoca perda de renda real, estão impulsionando os níveis de inadimplência no Brasil a atingirem patamares recordes. Assim, a inadimplência com cheques em abril/16 é apenas mais um exemplo desta situação conjuntural.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

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Nos Estados e regiões

Na avaliação do primeiro quadrimestre de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Norte, com 4,67% de cheques devolvidos no período. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções entre janeiro e abril de 2016: 2,00%.

Já entre os estados, o Amapá liderou o ranking de cheques sem fundos nos primeiros quatro meses do ano, com 18,47% de devoluções. Na outra ponta, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,83%).

Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a abril de 2016:

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Em todo o país, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,38% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,66% registrada em março/16 e também maior que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em abril/15, quando o número foi de 2,26%.

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Na Região Norte, a devolução de cheques em abril/16 foi de 4,67% do total de cheques compensados, menor que a devolução registrada no mês anterior, março/16, quando o percentual foi de 5,00%, e também maior que os 4,25% registrado em abril/15.

No Acre, a devolução de cheques em abril/16 foi de 7,51% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 9,48% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 7,22% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em abril/16 foi de 6,99% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 8,25% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 5,81% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em abril/16 foi de 19,12% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 21,07% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 15,64% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em abril/16 foi de 6,68% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,22% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,92% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,06% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,41% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques em abril/16 foi de 10,83% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 10,66% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 8,58% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em abril/16 foi de 4,33% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,90% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,57% do total de cheques compensados.

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Na Região Nordeste, a devolução de cheques em abril/16 foi de 4,75% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,05% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,47% do total de cheques compensados.

Em Alagoas, a devolução de cheques em abril/16 foi de 5,12% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,27% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,28% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em abril/16 foi de 4,12% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,56% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,79% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em abril/16 foi de 5,08% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,12% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 5,01% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em abril/16 foi de 9,31% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 10,22% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 8,15% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em abril/16 foi de 4,91% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,24% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,71% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em abril/16 foi de 3,73% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,89% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,55% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em abril/16 foi de 6,60% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,08% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,69% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em abril/16 foi de 5,64% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,84% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 4,94% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em abril/16 foi de 5,09% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,45% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 4,65% do total de cheques compensados.

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Na Região Sudeste, a devolução de cheques em abril/16 foi de 1,97% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,19% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,81% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,51% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,75% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,49% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,20% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,48% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,13% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,11% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,36% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,79% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em abril/16 foi de 1,82% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,02% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,65% do total de cheques compensados.

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Na Região Sul, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,05% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,32% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,01% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,28% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,97% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,17% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,45% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,04% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em abril/16 foi de 1,97% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,22% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,05% do total de cheques compensados.

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Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em abril/16 foi de 3,06% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,50% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 2,98% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em abril/16 foi de 3,65% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 4,32% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,37% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em abril/16 foi de 3,07% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,48% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,04% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,64% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,99% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,52% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em abril/16 foi de 2,90% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,28% registrada em março/16. Em abril/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,87% do total de cheques compensados.

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A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

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Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

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