Últimas Notícias

Cheques sem Fundos

Percentual de cheques sem fundos registra recorde histórico em março

25/04/2016

Número é o maior em 25 anos, segundo indicador da Serasa Experian.

O Amapá registrou o maior número de devoluções no acumulado dos primeiros três meses de 2016: cerca de 20% do total de emissões. Já São Paulo foi o estado com o menor índice do país no primeiro trimestre do ano, com 1,84% de cheques devolvidos

No Brasil, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos alcançou a marca histórica de 2,66% em março deste ano, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Trata-se do maior índice registrado desde 1991, quando a Serasa passou a fazer o estudo. Foram 1.354.017 devolvidos e 50.932.422 cheques compensados.

No mês imediatamente anterior, fevereiro, registrou-se 2,27% de devoluções, com 1.104.817 cheques que voltaram e 48.718.786 compensados. Um ano antes, em março de 2015, o percentual de devoluções havia sido de 2,32%, com 1.414.160 cheques devolvidos e 60.879.805 compensados.

Em março deste ano, todos os estados brasileiros, com exceção de Roraima, tiveram aumento na porcentagem de devoluções, tanto em relação ao mês anterior (fevereiro/2016) como no comparativo interanual (março de 2015).

Segundo os economistas da Serasa Experian, a inflação ainda elevada, pressionada pelos alimentos, e o aprofundamento da recessão econômica impulsionando o desemprego no país para o patamar de 10%, colocam dificuldades para o consumidor honrar seus pagamentos. Neste contexto, a inadimplência com cheques atinge níveis recordes.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

cheqi

Nos Estados e regiões

Na avaliação do primeiro trimestre de 2016 entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi do Norte, com 4,75% de cheques devolvidos no período. O Sudeste foi a região que apresentou o menor percentual de devoluções entre janeiro e março de 2016: 2,00%.

Já entre os estados, o Amapá liderou o ranking de cheques sem fundos nos primeiros três meses do ano, com 18,27% de devoluções. Na outra ponta da tabela, São Paulo foi o estado com o menor percentual de cheques devolvidos (1,84%).

Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos de janeiro a março de 2016:

cheqi2

Em todo o país, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,66% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,27% registrada em fevereiro/16 e também maior que o percentual de devoluções de cheques um ano antes, em março/15, quando o número foi de 2,32%

Na Região Norte, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,00% do total de cheques compensados, maior que a devolução registrada no mês anterior, fevereiro/2016, quando o percentual foi de 4,41%, e também maior que os 4,33% registrado em março/15.

No Acre, a devolução de cheques em março/16 foi de 9,48% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,80% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 8,54% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em março/16 foi de 8,25% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,74% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 5,62% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em março/16 foi de 21,07% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 17,35% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 15,53% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em março/16 foi de 7,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,29% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,86% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,41% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,18% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,15% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques em março/16 foi de 10,66% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 11,07% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 9,84% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em março/16 foi de 4,90% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,49% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 4,53% do total de cheques compensados.

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,05% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,26% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,23% do total de cheques compensados.

Em Alagoas, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,27% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,27% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 4,94% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em março/16 foi de 4,56% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,94% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,75% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,12% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,10% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 4,49% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em março/16 foi de 10,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 9,16% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 8,07% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,24% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,36% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,57% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em março/16 foi de 3,89% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,23% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,22% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em março/16 foi de 7,08% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,88% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,05% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,84% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,75% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 4,62% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em março/16 foi de 5,45% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,91% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 4,45% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,19% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,86% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,88% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,75% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,34% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,50% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,48% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,13% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,20% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,36% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,02% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,82% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,02% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,70% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,72% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,32% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,01% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,19% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,28% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,96% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,11% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,45% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,19% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,28% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,22% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,90% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,20% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em março/16 foi de 3,50% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,96% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,03% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em março/16 foi de 4,32% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,66% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,63% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em março/16 foi de 3,48% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,90% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 2,99% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em março/16 foi de 2,99% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,56% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,65% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em março/16 foi de 3,28% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,89% registrada em fevereiro/16. Em março/15, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 2,94% do total de cheques compensados.

A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais ICP-Brasil, tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade. Em 2015, a Experian foi eleita pela revista Forbes como uma das companhias mais inovadoras do mundo.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2015 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 37 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

Para mais informações, visite www.experianplc.com

 

 

 

 

 

  • 2017 Serasa Experian. Todos os direitos reservados.