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Cheques sem Fundos

Inadimplência com cheques atinge 2,32% em março

23/04/2015

O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,32 % em março de 2015. É o que revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Em fevereiro, o percentual de cheques devolvidos foi de 2,19%. Em março do ano passado, foi de 2,21%. Este foi o 4º pior março de toda a série histórica, iniciada em 1991, perdendo para marços de 2009 (2,46%), 2006 (2,43%) e 2013 (2,36%).

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Segundo os economistas da Serasa Experian, o aumento da inadimplência com cheques em março é reflexo tanto de aspectos sazonais quanto conjunturais. Pelo lado da sazonalidade temos o acúmulo de compromissos financeiros típicos de início de ano, que acabam pressionando o orçamento do consumidor (pagamentos impostos como IPVA e IPTU, material escolar, despesas com viagens de férias e do feriado do carnaval, etc.). Quanto ao aspecto conjuntural podemos destacar o aumento da inflação por conta de uma série de reajustes de preços administrados (energia elétrica, transporte urbano, gasolina, etc.), a elevação dos índices de desemprego e as taxas de juros em ascensão.

Nos Estados e regiões

No primeiro trimestre de 2015, o Amapá liderou o ranking estadual dos cheques sem fundos, com 21,62% das devoluções. Já São Paulo foi o estado com o menor percentual (0,93%). Entre as regiões, a Norte foi a que liderou o ranking, com 6,89% de cheques devolvidos, enquanto a região Sudeste foi a que apresentou o menor percentual, com 1,32%. Confira abaixo o ranking completo de cheques devolvidos no primeiro trimestre de 2015:

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Em todo o país, a devolução de cheques em março/15 foi de 2,32% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,19% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no país havia sido de 2,21% do total de cheques compensados.

Na Região Norte, a devolução de cheques em março/15 foi de 7,17% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,20% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Norte havia sido de 4,47% do total de cheques compensados.

No Acre, a devolução de cheques em março/15 foi de 10,83% do total de cheques compensados, maior que o número registrado em fevereiro/15: 9,06%. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 6,64% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em março/15 foi de 6,46% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,71% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 1,21% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em março/15 foi de 26,98% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 25,05% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 12,80% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em março/15 foi de 7,16% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,09% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 5,05% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em março/15 foi de 7,02% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,99% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 7,44% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques em março/15 foi de 11,31% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 11,53% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 15,64% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em março/15 foi de 6,45% do total de cheques compensados, abaixo da devolução de 6,54% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 5,24% do total de cheques compensados.

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em março/15 foi de 6,50% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,28% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 4,39% do total de cheques compensados.

Em Alagoas, a devolução de cheques em março/15 foi de 8,39% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,65% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 6,35% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,41% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,43% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,68% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em março/15 foi de 6,80% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,11% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 4,15% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em março/15 foi de 11,46% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 11,81% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 8,29% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em março/15 foi de 8,38% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,81% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 6,56% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em março/15 foi de 4,76% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,63% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 2,81% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em março/15 foi de 9,22% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 9,32% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 9,62% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em março/15 foi de 8,00% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,02% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 7,78% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em março/15 foi de 10,67% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 10,13%, registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 10,29% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em março/15 foi de 1,39% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,32% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,71% do total de cheques compensados.

 

No Espírito Santo, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,29% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,07% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,50% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em março/15 foi de 3,98% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,67% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,09% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em março/15 foi de 1,82% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,77%  registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,64% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em março/15 foi de 0,97% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 0,93% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,55% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em março/15 foi de 4,88% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,50% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,22% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,08% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,72% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,18% do total de cheques compensados

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em março/15 foi de 4,46% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,25% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,25% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,19% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,53% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 2,23% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,30% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,01% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,16% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,42% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,03% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,68% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,50% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,04% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,23% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em março/15 foi de 4,37% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,23% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 1,79% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em março/15 foi de 5,54% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,62% registrada em fevereiro/15. Em março/14, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 4,94% do total de cheques compensados.

A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

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Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2014 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 16.000 pessoas em 39 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

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