Últimas Notícias

DA

Grandes eventos esportivos: não dá para cochilar durante o jogo

03/07/2014

*Francisco Tega e Robinson Oliveira

Grandes eventos esportivos internacionais como a Copa do Mundo ou as Olimpíadas de Verão/Inverno atraem a atenção de um número cada vez maior de pessoas, excedendo a ordem de bilhões de espectadores em todo o mundo graças à capacidade tecnológica que permite a mais completa cobertura midiática, e aos meios de transporte confortáveis e ultramodernos, que garantem que pessoas atravessem grandes distâncias para participar.

A realização de eventos desse porte é um marco para as nações-sede. Desde o século 20, a história já demonstrava o caráter estratégico associado a eles. Muitos deles funcionaram como redenção de alguns países ou reforçaram a posição de potência político-militar de outros.

Mais recentemente, no século 21, para um grupo em especial, conhecido como “BRICS” – grupo político de cooperação formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, a relevância é superlativa, haja vista seu protagonismo mundial. Trata-se da grande chance dos países mostrarem ao mundo que superaram o status de emergentes, apresentando-se como uma realidade.

Foi assim em 2008, nos Jogos Olímpicos de Verão em Pequim/China; em 2010, na Copa do Mundo na África do Sul; no primeiro semestre de 2014 nos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi/Rússia e no Brasil, com a realização da Copa do Mundo nos meses de junho e julho e nos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, no Rio de Janeiro. Em 2018, os holofotes se voltarão à Rússia.

Para o país do futebol, vem sendo uma grande oportunidade de acelerar o desenvolvimento econômico, expandir e modernizar a infraestrutura nas cidades-sede e arredores. As oportunidades são inúmeras. Porém, em um cenário onde as atenções – contra ou a favor – estão voltadas aos principais eventos alguns alertas reforçam que o mercado precisa ser vigilante.

O orçamento global para Copa do Mundo foi superior a R$ 29 bilhões. O montante teria como destino investimentos em mobilidade urbana, aeroportos, estádios, segurança pública, portos, telecomunicações e turismo. Isso representa a mobilização de uma quantia significativa em um projeto específico. A injeção desses recursos no mercado – sejam eles diretamente relacionados aos eventos ou não, como o PAC, por exemplo – promove o incremento no volume de negócios realizados.

Mas se por um lado as empresas exploram esses grandes volumes, mobilizando toda a cadeia de produção, gerando empregos e renda – como indústrias de construção civil, eletrônicos, alimentos e bebidas, além de prestadoras de serviços de informação, eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana –, por outro, temos questões relevantes, como o elevado percentual de endividamento das famílias e a necessidade imperativa de controle da inadimplência, consequência dos frágeis alicerces de educação financeira no país.

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) elaborada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ainda que os brasileiros estejam mais cautelosos na hora de contratar ou renovar empréstimos e financiamentos, o número de famílias endividadas aumentou em maio de 2014, atingindo 62,7% dos brasileiros. A indústria de eletrodomésticos, por exemplo, observa grande alta no volume de vendas no varejo com a comercialização de aparelhos de TV novos. Não é incomum que os consumidores percam o controle de suas compras parceladas ao acumular financiamentos, recorrendo assim ao crédito rotativo, e consequentemente encarecendo os custos de aquisição de bens.

Esse cenário, somado aos diferentes riscos associados ao maior número de pessoas e transações subsequentes em evento globais propicia um aumento significativo de fraudes financeiras contra empresas e consumidores. Por isso, a implementação de melhores práticas e a adoção de ferramentas de combate às ações de fraudadores é essencial em todas as áreas de negócio. É importante ressaltar que nesse jogo, a ação de prevenção é a melhor defesa. Ou os fraudadores simplesmente migrarão para explorar as áreas que apresentem maior fragilidade.

*Francisco Tega e Robinson Oliveira são consultores sêniores da Serasa Experian com atuação global e local, respectivamente.

Decision Analytics

Decision Analytics é uma Unidade de Negócios da Serasa Experian líder em serviços para alcançar e sustentar um crescimento significativo. Oferece soluções de alto valor agregado que ajudam as empresas a tomar decisões baseadas em análises, apoiando objetivos estratégicos, em todo o ciclo do negócio. DA oferece suporte para todas as etapas do ciclo de negócios. As soluções estão formatadas como serviços de consultoria, ferramentas analíticas, softwares e sistemas, além dos cursos da Academia de Crédito Serasa Experian, que levam o know-how da companhia até o mercado.  Mais informações:  www.serasaexperian.com.br/da

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing, identidade digital e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br

Experian

A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2014 foi de US$ 4,8 bilhões. A empresa emprega cerca de 16.000 pessoas em 39 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

Para mais informações, visite www.experianplc.com

 

# # #

  • 2017 Serasa Experian. Todos os direitos reservados.