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Cheques sem Fundos

Cheques sem fundos iniciam o 2º semestre em alta

19/08/2013

Inflação, juros em alta e gastos do período impulsionaram devoluções

Foram devolvidos pela segunda vez por falta de fundos, em todo o país, 2,03% dos cheques compensados no mês de julho/13, percentual maior que os 1,94% verificados em junho. É o que revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O percentual verificado em julho/13 também é maior que os 2,00% observados em igual mês do ano anterior. Quanto aos acumulados, foram devolvidos 2,07% de cheques de janeiro a julho de 2013, contra 2,06% em igual período de 2012.

Os economistas da Serasa Experian observam que a devolução de cheques por falta de fundos está na direção oposta à inadimplência geral do consumidor, que vem registrando quedas mensais. Diante da redução de seu poder aquisitivo, em decorrência da inflação, dos juros em alta e dos gastos do período (Dia das Mães, Dia dos Namorados e férias), o consumidor pode estar buscando novos empréstimos com os cheques pré-datados.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

 

 

Nos Estados e regiões

De janeiro a julho de 2013, o estado de Roraima foi o que apresentou a maior incidência de cheques sem fundos (11,37%). Na outra ponta do ranking está o Amazonas, com 1,45%. Entre as regiões, a Norte foi a que apresentou o maior percentual de cheques devolvidos (4,46%), enquanto a Sudeste foi a de menor nível (1,62%).

Confira abaixo o ranking e a evolução do percentual de cheques devolvidos por região e Estado.

 

 

 

 

 

 

Em todo o país, a devolução de cheques em julho/13 foi de 2,03% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,94% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no país havia sido de 2,00% do total de cheques compensados.

Na Região Norte, a devolução de cheques em julho/13 foi de 4,46% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,33% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Norte havia sido de 4,36% do total de cheques compensados.

No Acre, a devolução de cheques em julho/13 foi de 8,76% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,92% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 8,81% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,33% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,36% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 1,44% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em julho/13 foi de 6,52% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,04% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 11,03% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em julho/13 foi de 4,93% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,77% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 4,55% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em julho/13 foi de 6,09% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,86% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 6,04% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques em julho/13 foi de 12,94% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 9,70% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 9,12% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em julho/13 foi de 5,83% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,89% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 5,90% do total de cheques compensados.

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em julho/13 foi de 4,06% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,04% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 3,77% do total de cheques compensados.

Em Alagoas, a devolução de cheques em julho/13 foi de 6,95% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,30% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 6,38% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em julho/13 foi de 3,46% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,39% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,33% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em julho/13 foi de 3,51% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,58% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 3,20% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em julho/13 foi de 7,09% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,00% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 6,65% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em julho/13 foi de 7,10% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 7,70% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 6,91% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em julho/13 foi de 2,62% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,58% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 2,38% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em julho/13 foi de 9,85% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 10,34% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,91% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em julho/13 foi de 6,13% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,97% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,51% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em julho/13 foi de 9,90% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 9,27% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 8,83% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,58% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,51% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,56% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em julho/13 foi de 2,23% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,15% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 1,97% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,88% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,83% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 1,83% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,51% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,46% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,44% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,45% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,38% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,48% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,92% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,86% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 1,97% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,91% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,85% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,90% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,88% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,02% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,94% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,84% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 1,86% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em julho/13 foi de 2,85% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,73% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 2,86% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em julho/13 foi de 3,31% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,05% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,35% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em julho/13 foi de 2,93% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,87% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 2,88% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em julho/13 foi de 1,55% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,47% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 1,67% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em julho/13 foi de 4,45% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,30% registrada em junho/13. Em julho/12, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 4,30% do total de cheques compensados.


A série histórica deste indicador está disponível em
http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/cheques_devolvidos.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos consiste no levantamento mensal sobre a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Para efeito do cômputo do indicador, somente é considerada a segunda devolução por insuficiência de fundos.

 

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

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A Serasa Experian é parte da Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes ao redor do mundo. O Grupo auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização do processo de tomada de decisão. A Experian também apoia pessoas físicas na verificação de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2013 foi de US$ 4,7 bilhões. A empresa emprega cerca de 17.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; na Califórnia, Estados Unidos, e em São Paulo, Brasil.

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