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Cheques sem Fundos

Sazonalidade e inflação puxam a maior alta de cheques devolvidos desde maio de 2009, revela Serasa Experian

22/04/2013

Roraima foi o Estado com o maior percentual de cheques sem fundos (13%). Entre as regiões, a Norte foi a que apresentou o maior índice. Veja abaixo tabelas, gráficos com a evolução do percentual e as comparações mensais do número de cheques devolvidos por região e Estado

Foram devolvidos, em março, 2,36% de cheques em todo o país, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques sem Fundos. Foi o maior percentual verificado desde maio de 2009, quando houve 2,52% de devoluções. Em fevereiro deste ano, o percentual de cheques devolvidos foi de 1,90%. No acumulado do trimestre, por sua vez, houve 2,09% de devoluções de cheques, valor acima dos 2,04% registrados em igual período do ano anterior.

Para os economistas da Serasa Experian, março carrega sazonalidade no aumento dos cheques sem fundos, em decorrência da última parcela do IPVA e do parcelamento das despesas escolares. Este ano, o indicador também foi impactado pela maior inflação nos alimentos, que reduz o poder aquisitivo dos salários. Além disso, as classes mais baixas de renda, que sofrem com a inflação, usam mais intensamente este meio de pagamento. Isso pode ser verificado nas elevações dos cheques sem fundos nas regiões Norte e Nordeste do país.

Confira abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados:

 

Nos Estados e regiões

Nos três primeiros meses de 2013, Roraima foi o Estado com o maior percentual de cheques sem fundos (13%). Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 1,50%. Entre as regiões, a Norte foi a que apresentou o maior percentual de devolução de cheques (4,42%), enquanto a região Sudeste foi a que teve o menor índice, com 1,64%.

Confira abaixo o ranking e a evolução do percentual de cheques devolvidos por região e Estado.

 

Em todo o país, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,36% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,90% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no país havia sido de 2,19% do total de cheques compensados.

Na Região Norte, a devolução de cheques em março/13 foi de 5,00% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,05% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Norte havia sido de 4,66% do total de cheques compensados.

No Acre, a devolução de cheques em março/13 foi de 13,32% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,71% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Acre havia sido de 15,11% do total de cheques compensados.

No Amazonas, a devolução de cheques em março/13 foi de 1,73% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,46% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 1,89% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em março/13 foi de 9,10% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,50% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 8,60% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em março/13 foi de 5,40% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,53% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 4,70% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em março/13 foi de 6,32% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,78% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 5,94% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques em março/13 foi de 12,93% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 16,33% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 17,56% do total de cheques compensados.

 

No Tocantins, a devolução de cheques em março/13 foi de 6,13% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,14% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 5,71% do total de cheques compensados.

 

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em março/13 foi de 4,73% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,63% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Nordeste havia sido de 3,70% do total de cheques compensados.

 

Em Alagoas, a devolução de cheques em março/13 foi de 7,36% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,97% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 5,52% do total de cheques compensados.

 

Na Bahia, a devolução de cheques em março/13 foi de 4,19% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,18% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,18% do total de cheques compensados.

 

No Ceará, a devolução de cheques em março/13 foi de 4,39% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,21% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará havia sido de 3,52% do total de cheques compensados.

 

No Maranhão, a devolução de cheques em março/13 foi de 9,02% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,85% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 7,23% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em março/13 foi de 7,25% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 6,61% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 6,45% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,85% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,22% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 2,15% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em março/13 foi de 11,07% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 7,38% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 7,56% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em março/13 foi de 6,96% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,87% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 5,47% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em março/13 foi de 10,00% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 8,36% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 8,36% do total de cheques compensados.

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em março/13 foi de 1,84% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,48% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,75% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,66% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,05% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,17% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,26% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,78% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,04% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em março/13 foi de 1,79% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,45% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 1,78% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em março/13 foi de 1,66% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,36% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,63% do total de cheques compensados.

Na Região Sul, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,30% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,91% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 2,13% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,37% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,93% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,98% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,33% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,06% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 2,45% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em março/13 foi de 2,19% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,71% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 1,95% do total de cheques compensados.

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em março/13 foi de 3,34% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,71% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 2,99% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em março/13 foi de 3,74% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,98% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,40% do total de cheques compensados.

 

Em Goiás, a devolução de cheques em março/13 foi de 3,49% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,74% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 2,74% do total de cheques compensados.

 

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em março/13 foi de 1,84% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,55% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 1,99% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em março/13 foi de 5,20% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,47% registrada em fevereiro/13. Em março/12 a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 5,20% do total de cheques compensados.


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A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Responde on-line/real-time a 6 milhões de consultas por dia, auxiliando 500 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

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