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Saúde das Empresas

Comunidade irlandesa de negócios ficou mais forte no terceiro trimestre, de acordo com uma análise internacional da Experian

13/12/2010

A Experian®, líder mundial em serviços de informação, publicou hoje uma nova análise que mostra sinais de melhoria na comunidade de negócios da Irlanda durante o 3º trimestre. Desde o início de 2010, a proporção de empresas com ‘risco muito alto’[1] de falência nos próximos 12 meses caiu 5%. No mesmo período, o número de empresas de ‘risco alto’ também caiu 11%, enquanto houve um aumento de 15% nas empresas com ‘risco muito baixo’.

A taxa de falência de empresas irlandesas também melhorou durante o 3º trimestre. Um total de 386 empresas irlandesas faliu, taxa de 2,1 para cada mil empresas. Isso representou um aumento de apenas 1% na comparação anual, foi uma melhora nas mais de 400 falências que ocorreram tanto no 1º trimestre quanto no 2º trimestre de 2010. Os setores de indústria, construção, motores e transporte, que tiveram dificuldades nos estágios iniciais da recessão, estabilizaram-se, alguns com taxa de falência em queda. Não obstante, a análise da Experian mostra que a comunidade de negócios da Irlanda ainda está muito mais fraca que no começo de 2009.

Estas observações são baseadas no Indicador Experian de Saúde das Empresas, nova análise comparativa da força das populações de negócios no Brasil, na Dinamarca, Irlanda, Noruega, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.

No Reino Unido, a proporção de empresas de ‘risco muito alto’ caiu mais de 20% desde o início de 2010. Quatro por cento das empresas no Reino Unido estavam com ‘risco muito alto’ de falência ao final do 3º trimestre, em comparação com os 6% registrados em janeiro de 2010. As falências de empresas do Reino Unido também continuaram em queda durante o 3º trimestre. Um total de 5.259 empresas, 2,7 em cada mil, faliram no 3º trimestre, 18% menos que no mesmo período em 2009. Os setores de bens e têxtil/vestuário tiveram a redução mais significativa em taxas de falência, queda de 38% e 46% ano contra ano no 3º trimestre.

A proporção de empresas de risco muito alto no Reino Unido é favorável em comparação a outros países cobertos pelo Indicador, incluindo os Estados Unidos, em que 12% das empresas tinham ‘risco muito alto’ ao final do 3º trimestre – aumento de 21% desde janeiro de 2010. Igualmente, na outra ponta do espectro, a porção de empresas de ‘risco muito baixo’ também cresceu (16%) durante os primeiros três trimestres de 2010.

Nos Estados Unidos, que tem de longe a maior população de negócios, houve 21.098 falências de empresas no último trimestre, número 3% mais baixo que no 3º trimestre de 2009. Esse dado foi liderado pelas melhorias nos setores financeiro e indústria, em que as liquidações de empresas caíram 33% e 27%, respectivamente.

Na região do norte da Europa, a proporção de empresas de ‘risco muito alto’ na Noruega aumentou 32% desde o início de 2010, quase o dobro do aumento na Dinamarca (18%). Um total de 15% das empresas dinamarquesas está atualmente com ‘risco muito alto’, em comparação com 10% das companhias norueguesas. A proporção de empresas com ‘risco muito baixo’ caiu 4% na Dinamarca desde o começo de do ano, enquanto na Noruega o número cresceu 9%.

No 3º trimestre, 1.508 empresas dinamarquesas faliram, 18% mais que no mesmo período em 2009, com os setores de entretenimento, cultura e esporte tendo visto o maior aumento relativo. A taxa de falência na Dinamarca de 2,4 em cada mil empresas durante o 3º trimestre foi mais que duas vezes o número observado na Noruega, onde 1.108 empresas (1,2 em cada mil) faliram.

Falências caíram 14% na Noruega desde o início de 2010. Um aumento de 27% em insolvências ano contra ano entre empresas norueguesas de entretenimento, cultura e esporte foi mais que balanceado por uma queda de 75% nas falências nos setores de finanças e seguros. Taxas de falência também caíram mais de 30% nas empresas norueguesas de manufatura e construção.

Já na África do Sul, a população empresarial de ‘risco muito alto’ caiu 13% desde o começo do ano para 8% de todos os negócios e as falências caíram 21% na comparação anual. Mineração, intermediação financeira, seguro e mercado imobiliário foram os setores mais fortes na África do Sul no 3º trimestre.

Apesar da proporção de empresas com ‘risco muito alto’ no Brasil ter aumentado 4% desde o começo do ano, a proporção de empresas com ‘risco muito baixo’ também cresceu 4% no mesmo período. Houve 22% menos falências no 3º trimestre ante o mesmo período em 2009. Salários mais altos e menores taxas de desemprego foram particularmente benéficos para os setores brasileiros de alimentos e bebidas, supermercado e aéreo, que foram fortalecidos no 3º trimestre.

Marco Benvenuto, diretor de serviços de crédito da Experian EMEA, comentou: “A crise econômica global impactou todas as regiões, mas algumas comunidades de negócios provaram ser muito mais resilientes que outras. O número de empresas que se tornaram insolventes caiu de um trimestre para o outro em cada um dos países que analisamos no 3º trimestre. Entretanto, isto mascara fortunas flutuantes nele.

“A comunidade de negócios irlandesa teve dois trimestres incrivelmente difíceis no primeiro semestre do ano, mas mostrou alguns sinais sutis de melhora durante o 3º trimestre. Enquanto isso, a Dinamarca está ficando para trás em comparação com o vizinho Noruega, e o aumento das falências de empresas, na comparação anual, continua acompanhado de um aumento de populações de negócios de risco muito alto. Nossa análise mostra que há tanto bons quanto maus prospectos de negócios em cada economia e é vital que empresas entendam e façam o gerenciamento proativo do risco associado a cada um com quem fazem negócios”, finalizou Benvenuto

Força das Empresas

Falências de empresas

Metodologia

 A Experian possui e opera birôs de créditos de negócios nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, China, Dinamarca, Estônia, Irlanda, Itália, Noruega e África do Sul, além de negócios em Singapura. O relatório do Indicador Internacional de Saúde Empresarial da Experian atualmente incorpora dados de sete de seus birôs para mostrar como a saúde das empresas de cada país (medida por falências de empresas e probabilidade de falência de empresas no período de 12 meses) tem mudado ao longo do tempo em cada país e como esta mudança pode ser comparada a outros países. As taxas de falência de empresas são calculadas com base na comparação do número de empresas que faliram com o total conhecido de população empresarial em cada país.

Devido a diferenças locais em fontes de dados e metodologias de scoring que ocorrem entre birôs, assim como o respectivo tamanho da população empresarial de cada país, os experts de informações de negócios da Experian criaram indicadores baseados em dados sem tratamento que permitem que sejam feitas comparações. A base para o Indicador de Falências de Empresas foi criada com base na media trimestral do número de falências em cada país desde o começo de 2009 como 100. O Indicador de Força das Empresas é baseado na metodologia de scoring existente em cada país, recortes de risco estabelecidos com base em uma proporção uniforme de empresas em cada país que se encaixam em cada faixa em 2009.

Serasa Experian

A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Respondendo on-line/real-time a 4 milhões de consultas por dia, auxilia 400 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.

Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.

http://www.serasaexperian.com.br

 

Experian

A Serasa Experian é parte do grupo Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes em mais de 90 países. A empresa auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização o processo de tomada de decisão. A Experian plc também apóia pessoas físicas no gerenciamento de seus relatórios e scores de crédito e na proteção a fraudes de identidade.

A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100, que é o principal indicador do desempenho médio das cotações da Bolsa de Londres. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2010 foi de US$ 3,9 bilhões. A empresa emprega cerca de 15.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; em Costa Mesa, na Califórnia e em São Paulo, Brasil.

Para mais informações, visite http://www.experianplc.com


[1] Categorias de risco são definidas de acordo com crédito comercial ou score de força financeira registrado nos birôs de crédito da Experian em cada país. Ainda que os métodos de scoring sejam diferentes nas diversas nações, um score de crédito mais baixo corresponde a uma probabilidade mais alta de falência de empresas em todos os casos. A força geral da comunidade de negócios de uma nação é calculada por meio da medição das mudanças na proporção em que os negócios se encaixam em cada categoria de risco.

 

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